Pensamentos aleatórios #35

Ia escrever sobre política, mas quero escrever sobre qualquer outra coisa – cansei de politicagem.

[Ah: Não gostei do teor dos meus textos antigos, acho que eles estavam ficando muito formais, então vou tentar me soltar – o que significa que os meus pseudo comentários dos leitores voltarão com força total, conforme meus críticos aguentam ‘gostam’ de ler – estou tentando agradar vocês, me amem!]

“Vês, lá longe, o campo de trigo?”


Bem, hoje falarei primeiramente sobre relações sociais e massificações – pretendo acabar falando sobre dificuldades na relação intrapessoal e da banalização dos sentimentos.

“E como Tu pretende juntar tudo isso?”

Mágica, Filhote 😀

Ler, Ler, Ler mais até a total exaustão!

Pensamentos aleatórios #31

Sei que deveria continuar meus discursos, mas hoje quero aproveitar meu auto exílio para falar sobre coisas supérfluas.

‘Poor little thin man still swinging his axe,
Even though his joints are clogged with rust

My youth is slipping, my youth is slipping away
Safe in monotony, (so safe), day after day’

– Alexisonfire

E o ‘incrível’ tema de hoje é:

Por que odeio a ‘cena’ alternativa/indie Brasileira

Para mim Moda e Estilo sempre foram temas desinteressantes, um dia conheci uma garota que estudou com meu irmão que fazia moda na USP (a garota fazia moda na USP) que tirou várias duvidas minhas sobre aqueles estranhos vestidos; dizia que serviam para exibir determinada tendência; o que ditaria as novas ‘regras do jogo’ até o próximo desfile. Nunca mais falei com essa menina.

Cresci no meio do BOOM emo, mas naquele tempo não tinha interesse em nada disso, queria mesmo é ouvir metal e hard rock até cansar; meu vestuário consistia em uma camiseta do massacration (que acabou virando pano de chão) [Se massacration é metal ou não isso não vem ao caso – é questionável até a posição de ‘banda de trash metal’] e uma outra camiseta do guns n’ roses – meu corte de cabelo hype era um cogumelo e meu único tênis era um allstar encardido (hábito que ainda cultivo, depois de 4 anos).

Mesmo no meio desse boom, eu não me divertia com as músicas da moda, não buscava naquele tempo músicas com o mínimo de conteúdo ou beleza mas ainda sim, por divergências sobre o que é ‘bom de ouvir e de me vestir’  e o meu (graças a Deus já banido) comportamento homofóbico me manteve blindado ao avanço do xadrez, dos apelidos ridículos e da chapinha.
LER LER LER LER!