O trabalho poético na era de sua pós-contemporaneidade técnica

“M.D. diz não tire o pau da boca…”

Agora que estou fora, pronuncio-me:

A partir do trabalho de um poeta pós-contemporâneo, referida como M.F., traçaremos uma linha acerca do que mudou e como mudou o trabalho poético a partir do século XX, levando em conta os diversos aspectos políticos e bélicos que permitiram tal mudança, sem fazer, no entanto, qualquer tipo de juízo de valor acerca destes, e, outrossim, levando em conta o ineditismo que esse século trouxe para a história da humanidade, a tecnologia e, por extensão, a alta velocidade, a luz elétrica (lembremo-nos de como esta foi alvo dos escritores e pintores impressionistas) e, mais recentemente, a rede de internet. Com isto, desejamos ser capazes de criar uma discussão saudável acerca do papel que a poesia de hoje em dia ocupa e se impôs a si mesma, se ela, tal qual a filosofia, sujeitou-se quase totalmente à ciência ou se ainda é possível manter alguma autonomia.

M.F. tira o pau da boca
e bota isto na cabeça:
“No mundo não existe novidade
Que de fato não seja muito antiga.
O velho vira novo e o mundo gira.”

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