Do Marcus e da Arte.

Saudações.

É com prazer que hoje estreio neste blog. E almejo, sobretudo, contribuir, na medida do possível, para a pensante discussão que aqui se sitia. Ora, a existência desse blog muito me é amigável, posto que a multi-disciplinaridade aqui vigora, fomentando um círculo de inter-debates, vozes que se dialogam, podendo complementarem-se ou tensionarem-se. De qualquer forma, a dialética, o dia-lógos, ocorre.

Quanto a mim, Marcus, sou apenas alguém que é. E no mais, restrinjo-me a alternar entre breves considerações sobre arte, contos, poemas e o que mais o real me permitir. E para que inicialmente algo eu diga, deixo-vos a primeira entre muitas das considerações sobre a Arte que se seguirão.

#1 Arte e a realidade

A verdade é que por trás das obras de arte há muito mais do que toda a importância estética. Arrisco-me até a dizer que, se fossem completamente desprezadas as vaidades estéticas da obra de arte, ainda assim teria ela seu valor absoluto sobre a vida humana: o de compositor por excelência da realidade.
Muito mais do que meras e estúpidas representações miméticas da realidade, a obra de arte se estabelece como potência criadora. Tudo que se dá enquanto obra de arte, necessária e obrigatoriamente, é.
Portanto, quais sejam as coisas ditas, a exemplo, na obra de Pessoa, são coisas reais e magnanimamente verdadeiras. E são por si mesmas, quando realizadas, independendo do que já é para serem.

 

 

 

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