Pensamentos aleatórios #13

13 é um número legal, não?

Enfim, cá estou denovo depois de um longo período de ostracismo nas longínquas terras do interior de são paulo, onde o tráfico de drogas e o crime se alastra e toma conta da cidade; alguns políticos com certeza vão lutar para manter o poder e ver quem rouba mais a população.

Estava lendo hoje de manhã este texto aqui e refleti um pouco sobre o que ando fazendo neste lugar esquecido de Deus e por que diabos escrevo aqui, vim hoje com o objetivo claro escrever sobre o que me motiva a escrever; além de opinar sobre o ler e escrever.

Das Escrituras.

Enfim, não vou entrar em detalhes de como conheci o Blue, o que importa é que vim parar aqui depois de inúmeros pedidos e uma (falha) tentativa de biografar minha vida como o Blue fez – tudo começa no Ano do Senhor de número 2010; quando integro este seleto time de intelectuais de reconhecimento mundial; conhecidos pela sua capacidade inata de escrever com maestria.

Comecei a escrever por pressão do Blue e quem sabe por necessidade de dar vazão a alguns assuntos que me interessam; por que, teoricamente, sou uma pessoa sábia (o que é uma mentira tamanha) desde então escrevo neste lugar mais pelos outros do que para mim; o que , pela minha filosofia, voltará invariavelmente para mim.

Escrevo pela necessidade de disseminar o que eu penso e o que eu vejo por ai; algo li no link acima foi isso:

“Você passa pelo mundo sem enriquecer sua imaginação. Você apenas agarra o iQualquercoisa como uma ferramenta para se autosatisfazer.

Estou certo que muita gente quer se tornar onipotente botando as mãos nesse iQualquercoisa. Vou te dizer, senhor, havia um bando de gente que andava com gravadores cassete (aquelas coisas enormes) para todo lado que iam, nos anos 60. Eles vestiam como um emblema inestimável. A maioria deles provavelmente vive de aposentadoria hoje, mas vocês são iguais. Vocês correm para os gadgets mais novos, e tudo que querem é o orgulho de possuir um, como consumidor.

Vocês não devem virar consumidores, vocês devem se tornar alguém que cria”

Hayao Miyazaki, o mestre dos magos, descreve bem o que ando sentindo ultimamente:

Preciso devolver o que recebo, preciso antropofagizar o conhecimento. Agora citando Confúcio:

“Se não sabes, aprende; se já sabes, ensina.”

Oras, eu agora encaro como dever escrever e repassar a informação que eu recebi sem pagar nenhum centavo para outra pessoa que também não vai pagar um centavo para ouvir o que eu tenho a dizer; ontem estava pensando em jogos e hardware pesado pra rodar os incríveis gráficos (jogos esses que perderam a essência de deixar o jogador demorando meses pra zerar o jogo para investir gráficamente; mas releve minhas  palavras, futuramente escreverei sobre isso):

Ao jogar um jogo pesado que não roda direito no seu computador as pessoas podem ter 3 atitudes:

a)  Trocam TODO/parte dele o computador para jogar(pagam, portanto, muito caro para absorver cultura – e como a cultura no Brasil custa caro…).

b) Não compram e portanto não jogam o jogo (desistem pelo fato do conhecimento ser complexo/caro).

c) Buscam maneiras alternativas de obter o conhecimento e conseguem um resultado satisfatório (tentam entender como as coisas funcionam e alterar seu funcionamento para conseguir  o que desejam – Ebooks, Cracks, Torrent, Overclock,Softwares de otimização etc).

O que devemos fazer é devolver  o que recebemos tão barato; e devemos pagar na mesma moeda cultural o serviço que recebemos de bom grado.

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